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Professor, coach, teólogo, palestrante e terapeuta. Formado em Teologia pela UMESP, em produção de TV comunitária pela UNESCO, credendiado como coach pelo Institudo Novo Aprendiz, graduando em psicanalise pela Nucleo Brasileiro de Pesquisas Psicanalíticas, graduando em ciências da Religião pela UMESP e Licenciado em História.
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

CUIDADO MAL HUMOR É DOENÇA, PROCURE AJUDA

CUIDADO MAL HUMOR É DOENÇA, PROCURE AJUDA


Se uma nuvem pesada de impaciência e irritação ronda seus dias e nada lhe dá prazer, cuidado! Esses sintomas constantes caracterizam a distimia, um transtorno mental que se manifesta por um eterno descontentamento

Irritação, raiva, cara feia: quem nunca sentiu esse desconforto, essa sensação de explosão iminente? Perder a esportiva quando o carro quebra no trânsito ou quando o craque do seu time de futebol desperdiça um pênalti é normal. No entanto, se este estado de espírito ranzinza for rotineiro, independentemente de ocorrer algo bom ou ruim, o diagnóstico pode ser distimia - ou simplesmente a doença do mau humor. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 3% da população do planeta - cerca de 180 milhões de pessoas - sofrem com esse distúrbio. Trata-se de um transtorno mental que se manifesta por um eterno descontentamento. O distímico tem sentimentos de pessimismo e inadequação, angústia, autocrítica exacerbada, baixa auto-estima, cansaço constante, ceticismo, desesperança, preocupação, não sabe lidar com frustrações, sente-se preterido, rejeitado, raivoso...
Lembra muito o temperamento do personagem Saraiva - criado pelo comediante Ary Leite, na década de 50, e atualmente interpretado pelo ator Francisco Milani no programa Zorra Total, na Rede Globo -, que leva a vida excessivamente a sério, bradando o bordão 'Tolerância Zero'. "A distimia é um tipo de depressão com sintomas leves ou moderados que persistem por pelo menos dois anos consecutivos. Atinge todas as faixas etárias, classes sociais e sexos. Em geral, começa no início da vida adulta", afirma o psiquiatra Ricardo Alberto Moreno, coordenador do Grupo de Doenças Afetivas (Gruda), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Mais sujeito a distúrbios


Desencadeado por um desequilíbrio na atividade química do cérebro, o problema se instala sem avisar. "Ele provoca uma mudança lenta de comportamento. O distímico desenvolve normalmente suas atividades diárias, continua trabalhando, porém com baixo rendimento", explica o psiquiatra Aderbal Vieira Jr., da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Não se detecta distimia em exames de sangue, tomografias ou ressonâncias magnéticas. Somente um especialista é capaz de diagnosticar o mal através de uma avaliação psiquiátrica, ou seja, uma averiguação do comportamento de cada pessoa e sua resposta a estímulos. "A doença surge por vários motivos, entre eles a vivência de situações desgastantes no dia-adia. Se seu início for precoce, ou seja, antes dos 21 anos de idade, ela é considerada hereditária. Quando ocorre mais tarde, está associada a fatores de ordem biológica, física, psicológica ou social. Indivíduos submetidos a estresses constantes, por exemplo, podem adquirir a doença com o passar do tempo", conta Moreno.
Mas como diferenciar uma pessoa distímica da mal-humorada comum? A resposta vai além da cara amarrada. Aquela que sofre com a patologia não tem capacidade psicológica de modular seu humor - sempre inadequado à situação real e com intensidade e duração prolongadas. Em outras palavras: não depende de força de vontade ou de pensamento positivo. "Costumo dizer que é uma doença que interfere diretamente na qualidade de vida de seus portadores. O distímico anda sempre de mal com a vida, mesmo sem motivos aparentes. Nada está bom e tampouco o deixa feliz. Para piorar, são mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares, câncer, distúrbios imunológicos e problemas na sexualidade por falta de libido", alerta a psicóloga Aziran Souza de Magalhães, do hospital Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Também podem apresentar dificuldade de atenção, concentração e raciocínio, alteração do apetite e sono e queixas físicas, como náuseas, enxaqueca, dores nas pernas e estômago, prisão de ventre e diarréias.
Quando não tratado, o distímico corre o risco até de morte por abuso de álcool e drogas ou suicídios. "A doença ainda pode evoluir para a chamada depressão dupla, isto é, quando o paciente passa a apresentar quadros depressivos mais graves", diz o psiquiatra Elko Perissionotti (SP).

Marcio Aurélio – Coach e Terapia 19-991507366 // rvmarcio1@gmail.com

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Coach, hoje pode ser o primeiro dia de uma vida nova


Coach é um mix de recursos que utiliza várias ciências como a administração, gestão de pessoas, psicologia, neurociência, linguagem ericksoniana, recursos humanos, planejamento estratégico, visando à conquista de grandes e efetivos resultados seja pessoal, profissional, social, familiar, espiritual ou financeiro.

Trata-se de um processo que produz mudanças positivas e duradouras em um curto espaço de tempo de forma efetiva e acelerada. Coaching significa tirar um indivíduo de seu estado atual e levá-lo ao estado desejado de forma rápida e satisfatória.

O mercado de Coaching é basicamente dividido em Personal Coaching (Coaching Pessoal), Life Coaching (Coaching de Vida) e Executive and Business Coaching.
Coaching Pessoal, Personal Coaching e Life Coaching são modalides similares de Coaching onde um profissional (coach) atua junto com seu cliente coachee (coachee). É uma oportunidade poderosa para pessoas que sabem que o sucesso pessoal ou profissional é que necessita de foco, objetivos bem definidos, motivação, planejamento, transformação e evolução, superação e excelência.
Executive and Business Coaching está relacionado ao mundo corporativo, desenvolvimento de empresas, organizações e pessoas em cargos de liderança.
O Coaching é uma ferramenta flexível e pode ser adaptada a qualquer nicho, o Coach pode atuar como:
Coach de Relacionamentos, Coach de Família, Coach de Atletas, Coach de Adolescentes, Coach de Crianças, Coach de Sucesso, Coach de Comunicação, Coach de Vendas, Coach de Liderança, Coach de Energia, Coach de Negócios, Coach Financeiro, Coach de Aposentadoria, Coach de Crises e Transições, Coach de Carreira, Coach Espiritual, Coach de Emoções, Coach de Superação, Coach de Transformação, Coach de Novos Negócios, Coach de Gestores, Coach Financeiro, Coach de Férias, Coach de Orientação Profissional, Coach de Carreira, Coach de Planejamento, Coach de Empreendimento, Coach para Emagrecimento e inúmeros outros….
Marcio Aurélio Coach e terapia 19-991507366// rvmarcio1@gmail.com.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

O papel da escola. Por que estudantes tem trocado aulas de cursinho pela orientação de um coach

Vamos pensar no papel da escola...

Por que? Vamos pensar um pouco... sobre o papel da escola no desenvolvimento da competência socioemocional - reportagem do correio Brasiliense

Enem: estudantes têm trocado aulas de cursinhos pela orientação de um coach


Os preços, geralmente, são salgados, mas os jovens ressaltam que o acompanhamento personalizado compensa

https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEjIHScMsVzQg_-YHrd0ZcfGbkYLnqyMDE-0FPPZs_ROk0Qn58Ev6JJsKhoB_OqbgNITyuyu6WaU_rYp3x2DrNk1VjZeKBtDB5SXYjhyphenhyphenW0374y4_mdNKi8Ny8OvS1qQHiRINsljJXGHaCYCs7VI4vCeV9uWNJgcZoY_Bzx5bePsGJrkbvvdnb29cU_W5Xgk0S2jkbQ=Isabela Assis (E) ao lado da sua coach, Isadora Jinkings: esforços para entrar no curso de medicina

A palavra coach vem do inglês e significa treinador. Como um técnico de futebol, que orienta o jogador, organiza o treino e ajuda com todo o suporte emocional. Mas o coach saiu dos gramados e ganhou espaço na preparação pessoal. Já existem coaches financeiros, de relacionamento e agora também para vestibulares. “Ele ajuda a encontrar o caminho correto nos estudos. É um mentor, que, com uma visão de fora, vai facilitar a trajetória do aluno”, explica Vincenzo Papariello, consultor do VP Concursos. E é por conta desse atendimento personalizado que estudantes estão trocando o cursinho pelo coach na hora de se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A estudante Isabela Assis, 19 anos, quer cursar medicina e já prestou o Enem duas vezes. Ela contava com preparação na escola e também fez um ano de cursinho. Neste semestre, optou pelo coaching. “É uma maneira diferente de estudar. No cursinho, eles te passam a matéria, mas não te ajudam a se organizar. O coaching te acompanha o tempo todo e sabe como você está”, explica. Outra diferença que ela destaca é a cobrança. “Se fosse por minha conta, eu deixaria alguma matéria de lado. Mas o coach cobra uma rotina de estudos e você acaba estudando mais.”

Isabela tem encontros semanais com Isadora Jinkings, que é psicopedagoga e orientadora educacional. Ela explica por que o Enem exige uma preparação específica. “A prova tem um molde de avaliação diferente, com um cunho social e crítico, a que os alunos não estão acostumados. Meu trabalho é ajudá-los a entender esse formato.” Além disso, é fundamental que o coach ajude a organizar os horários do aluno. De acordo com o professor de química e coach Jônatas Gonçalves, a tarefa não é fácil. “Eles são resistentes, acham que não precisam dormir, por exemplo. É meu papel mostrar que eles têm que descansar, fazer atividades físicas e se alimentar bem.”

Avaliação social
A receita nunca é a mesma para todos os estudantes. Por isso, no primeiro encontro com o coach, o aluno passa por uma entrevista.Para que o trabalho seja realmente personalizado, é preciso conhecer o nível de preparação, as intenções no vestibular, a rotina diária e, principalmente, as dificuldades de cada aluno. “Só depois dessa primeira avaliação é que distribuímos as matérias de estudo. Há um trabalho de estatística quanto ao que mais cai e também de estratégia, de acordo com os pesos da prova”, explica Isadora. Segundo Jônatas, a grade é sempre reavaliada e bastante flexível. “A programação muda conforme o progresso do estudante. Se você fizer algo engessado, ele se desanima.”

Como os coaches não dominam todos os conteúdos da prova do Enem, eles precisam pesquisar e consultar outros professores. “O importante é não deixar o aluno com dúvida. O estudante que contrata o coach é muito exigente”, relata Jônatas. Eles também oferecem livros, apostilas, exercícios e indicam sites. E não acaba por aí, o acompanhamento é diário. O coach constrói uma relação muito próxima com o estudante. “Você participa da vida dos meninos. Às vezes, eles me ligam porque se sentem inseguros e precisam de apoio emocional. Eu converso com os pais, e toda a família se envolve naquele objetivo.” Seguindo o perfil dos alunos, os coaches adotam meios de comunicação mais modernos, como Skype e WhatsApp. O importante é estar sempre disponível.

Um atendimento tão personalizado tem o seu preço. Jônatas Gonçalves cobra R$ 900 pelo acompanhamento. “É um preço fixo. Se o aluno me procurar um ano ou seis meses antes da prova, o valor vai ser o mesmo”, explica. Já Isadora Jinkings trabalha com mensalidades de R$ 550 e a chamada “taxa de sucesso”, caso o aluno seja aprovado. Se passar em medicina, ele deve pagar R$ 3 mil; para os demais cursos, são R$ 2 mil. Como o coaching é um processo de desenvolvimento pessoal, os mentores recomendam que o atendimento seja contratado pelo menos seis meses antes da prova. “Também é possível fazer um trabalho de revisão agora que falta um mês, mas o estudante precisa já ter uma bagagem de estudo”, explica Jônatas.


Marcio Aurélio - Professor, coach, palestrante e terapeuta - 19- 991507366 // e-mail rvmarico1@gmail.com