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Professor, coach, teólogo, palestrante e terapeuta. Formado em Teologia pela UMESP, em produção de TV comunitária pela UNESCO, credendiado como coach pelo Institudo Novo Aprendiz, graduando em psicanalise pela Nucleo Brasileiro de Pesquisas Psicanalíticas, graduando em ciências da Religião pela UMESP e Licenciado em História.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

O papel da escola. Por que estudantes tem trocado aulas de cursinho pela orientação de um coach

Vamos pensar no papel da escola...

Por que? Vamos pensar um pouco... sobre o papel da escola no desenvolvimento da competência socioemocional - reportagem do correio Brasiliense

Enem: estudantes têm trocado aulas de cursinhos pela orientação de um coach


Os preços, geralmente, são salgados, mas os jovens ressaltam que o acompanhamento personalizado compensa

https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEjIHScMsVzQg_-YHrd0ZcfGbkYLnqyMDE-0FPPZs_ROk0Qn58Ev6JJsKhoB_OqbgNITyuyu6WaU_rYp3x2DrNk1VjZeKBtDB5SXYjhyphenhyphenW0374y4_mdNKi8Ny8OvS1qQHiRINsljJXGHaCYCs7VI4vCeV9uWNJgcZoY_Bzx5bePsGJrkbvvdnb29cU_W5Xgk0S2jkbQ=Isabela Assis (E) ao lado da sua coach, Isadora Jinkings: esforços para entrar no curso de medicina

A palavra coach vem do inglês e significa treinador. Como um técnico de futebol, que orienta o jogador, organiza o treino e ajuda com todo o suporte emocional. Mas o coach saiu dos gramados e ganhou espaço na preparação pessoal. Já existem coaches financeiros, de relacionamento e agora também para vestibulares. “Ele ajuda a encontrar o caminho correto nos estudos. É um mentor, que, com uma visão de fora, vai facilitar a trajetória do aluno”, explica Vincenzo Papariello, consultor do VP Concursos. E é por conta desse atendimento personalizado que estudantes estão trocando o cursinho pelo coach na hora de se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A estudante Isabela Assis, 19 anos, quer cursar medicina e já prestou o Enem duas vezes. Ela contava com preparação na escola e também fez um ano de cursinho. Neste semestre, optou pelo coaching. “É uma maneira diferente de estudar. No cursinho, eles te passam a matéria, mas não te ajudam a se organizar. O coaching te acompanha o tempo todo e sabe como você está”, explica. Outra diferença que ela destaca é a cobrança. “Se fosse por minha conta, eu deixaria alguma matéria de lado. Mas o coach cobra uma rotina de estudos e você acaba estudando mais.”

Isabela tem encontros semanais com Isadora Jinkings, que é psicopedagoga e orientadora educacional. Ela explica por que o Enem exige uma preparação específica. “A prova tem um molde de avaliação diferente, com um cunho social e crítico, a que os alunos não estão acostumados. Meu trabalho é ajudá-los a entender esse formato.” Além disso, é fundamental que o coach ajude a organizar os horários do aluno. De acordo com o professor de química e coach Jônatas Gonçalves, a tarefa não é fácil. “Eles são resistentes, acham que não precisam dormir, por exemplo. É meu papel mostrar que eles têm que descansar, fazer atividades físicas e se alimentar bem.”

Avaliação social
A receita nunca é a mesma para todos os estudantes. Por isso, no primeiro encontro com o coach, o aluno passa por uma entrevista.Para que o trabalho seja realmente personalizado, é preciso conhecer o nível de preparação, as intenções no vestibular, a rotina diária e, principalmente, as dificuldades de cada aluno. “Só depois dessa primeira avaliação é que distribuímos as matérias de estudo. Há um trabalho de estatística quanto ao que mais cai e também de estratégia, de acordo com os pesos da prova”, explica Isadora. Segundo Jônatas, a grade é sempre reavaliada e bastante flexível. “A programação muda conforme o progresso do estudante. Se você fizer algo engessado, ele se desanima.”

Como os coaches não dominam todos os conteúdos da prova do Enem, eles precisam pesquisar e consultar outros professores. “O importante é não deixar o aluno com dúvida. O estudante que contrata o coach é muito exigente”, relata Jônatas. Eles também oferecem livros, apostilas, exercícios e indicam sites. E não acaba por aí, o acompanhamento é diário. O coach constrói uma relação muito próxima com o estudante. “Você participa da vida dos meninos. Às vezes, eles me ligam porque se sentem inseguros e precisam de apoio emocional. Eu converso com os pais, e toda a família se envolve naquele objetivo.” Seguindo o perfil dos alunos, os coaches adotam meios de comunicação mais modernos, como Skype e WhatsApp. O importante é estar sempre disponível.

Um atendimento tão personalizado tem o seu preço. Jônatas Gonçalves cobra R$ 900 pelo acompanhamento. “É um preço fixo. Se o aluno me procurar um ano ou seis meses antes da prova, o valor vai ser o mesmo”, explica. Já Isadora Jinkings trabalha com mensalidades de R$ 550 e a chamada “taxa de sucesso”, caso o aluno seja aprovado. Se passar em medicina, ele deve pagar R$ 3 mil; para os demais cursos, são R$ 2 mil. Como o coaching é um processo de desenvolvimento pessoal, os mentores recomendam que o atendimento seja contratado pelo menos seis meses antes da prova. “Também é possível fazer um trabalho de revisão agora que falta um mês, mas o estudante precisa já ter uma bagagem de estudo”, explica Jônatas.


Marcio Aurélio - Professor, coach, palestrante e terapeuta - 19- 991507366 // e-mail rvmarico1@gmail.com





segunda-feira, 28 de setembro de 2015

14 sinais de que você tem inteligencia emocional


INTELIGENCIA EMOCIONAL BALANCA

Pensando sobre o PAPEL DA ESCOLA no desenvolvimento das competências socioemocional, pensei em avaliar alguns sinais dessas competências em sua vida.

O que torna algumas pessoas mais bem-sucedidas que outras no trabalho e na vida? QI e ética são importantes, mas não é tudo. Nossa inteligência emocional - o modo como gerenciamos as emoções, tanto as nossas como as dos outros - pode ter um papel crítico para determinar nossa felicidade e nosso sucesso.
Platão disse que todo aprendizado tem uma base emocional, e talvez ele tenha razão. O modo como interagimos com nossas emoções e as regulamos tem repercussões em quase todos os aspectos de nossa vida. Para colocar em termos coloquiais, a inteligência emocional (IE) é como a "sabedoria da rua", em oposição à "sabedoria dos livros", e é responsável por grande parte da capacidade de uma pessoa de navegar com eficiência pela vida.
"Quem tem inteligência emocional geralmente é confiante, sabe trabalhar na direção de suas metas, é adaptável e flexível. Você se recupera rapidamente do estresse e é resistente", disse ao Huffington Post o psicólogo Daniel Goleman, autor de "Focus: The Hidden Driver of Excellence" [“Foco: O Motor Oculto da Excelência”]. "A vida corre muito mais suavemente se você tiver boa inteligência emocional."
Os cinco componentes da IE, como definidos por Goleman, são autoconsciência, autorregulação, motivação, habilidades sociais e empatia. Podemos ser fortes em algumas dessas áreas e deficitários em outras, mas todos temos o poder de melhorar em qualquer uma delas.
Não tem certeza de qual é seu nível de inteligência emocional? Aqui estão 14 sinais de que você tem uma IE alta.

1. Você sente curiosidade sobre pessoas que não conhece.
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Você gosta de conhecer novas pessoas e naturalmente tende a fazer muitas perguntas depois de ser apresentado a alguém? Nesse caso, tem um certo grau de empatia, um dos principais componentes da IE. Pessoas altamente empáticas - as que estão extremamente sintonizadas com as necessidades e os sentimentos dos outros, e agem de uma maneira sensível a essas necessidades - têm uma coisa importante em comum: são muito curiosas sobre estranhos e se interessam genuinamente em saber mais sobre os outros.
Ter curiosidade sobre os outros também é uma maneira de cultivar a empatia. "A curiosidade expande nossa empatia quando conversamos com pessoas de fora do nosso círculo social habitual, encontrando vidas e visões de mundo muito diferentes das nossas", escreveu Roman Krznaric, autor do livro "Empathy: A Handbook For Revolution" [“Empatia: Um Manual para a Revolução”], em seu blog Greater Good.

2. Você é um ótimo líder.
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Líderes excepcionais costumam ter uma coisa em comum, segundo Goleman. Além dos tradicionais requisitos para o sucesso - talento, ética profissional e ambição, por exemplo -, eles possuem um alto grau de inteligência emocional. Em sua pesquisa comparando os que se saíram extremamente bem em papéis de liderança com aqueles que eram simplesmente medianos, ele descobriu que cerca de 90% da diferença em seus perfis se devia à IE, e não à capacidade cognitiva.
"Quanto mais alta a categoria de uma pessoa considerada um ator excelente, mais capacidades de inteligência emocional apareciam como motivo de sua eficácia", escreveu Goleman na "Harvard Business Review".

3. Você conhece suas forças e suas fraquezas.
Um grande fator da autoconsciência é ser honesto consigo mesmo sobre quem você é - saber onde você se sai muito bem e onde você tem dificuldade, e aceitar essas coisas. Uma pessoa emocionalmente inteligente aprende a identificar suas áreas de força e de fraqueza e analisa como pode trabalhar com maior eficácia dentro desse quadro. Essa consciência gera a autoconfiança, que é um dos principais fatores da IE, segundo Goleman. "Se você sabe em que é realmente eficaz, pode operar a partir dessa confiança", diz ele.

4. Você sabe prestar atenção.
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Você é distraído por cada tuíte, mensagem e pensamento que passa por sua cabeça? Nesse caso, isso pode estar impedindo que você funcione em seu mais alto nível de inteligência emocional. Mas a capacidade de suportar distrações e se concentrar na tarefa a ser feita é um grande segredo da inteligência emocional, diz Goleman. Sem estar presente consigo mesmo e com os outros, é difícil desenvolver autoconsciência e relacionamentos fortes. "Sua capacidade de se concentrar no trabalho que está fazendo ou na sua tarefa escolar, e deixar para ler aquela mensagem ou jogar aquele videogame quando terminar - seu nível de eficiência nesse aspecto durante a infância vem a ser um fator de previsão mais forte de seu sucesso financeiro quando adulto do que seu QI ou a riqueza de sua família", diz Goleman. "E podemos ensinar as crianças a fazer isso."

5. Quando você está chateado, sabe exatamente por quê.
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Todos nós experimentamos uma série de flutuações emocionais ao longo do dia, e muitas vezes nem sequer compreendemos o que está causando uma onda de raiva ou de tristeza. Mas um aspecto importante da autoconsciência é a capacidade de reconhecer de onde vêm suas emoções e saber por que você está chateado. Autoconsciência também se trata de reconhecer as emoções quando elas brotam, em vez de identificá-las mal ou ignorá-las. Pessoas emocionalmente inteligentes recuam um passo diante das emoções, examinam o que estão sentindo e o efeito dessa emoção sobre elas.

6. Você se dá bem com a maioria das pessoas.
"Ter relacionamentos satisfatórios e eficazes - esse é um sinal [de inteligência emocional]", diz Goleman.

7. Você se importa profundamente em ser uma pessoa boa e moral.
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Um aspecto da IE é nossa "identidade moral", que tem a ver com a extensão em que queremos ver a nós mesmos como pessoas éticas e cuidadosas. Se você é uma pessoa que se importa em construir esse lado de si mesma (independentemente de como você atuou em situações morais anteriores), pode ter um alto índice de IE.

8. Você se dá um tempo para desacelerar e ajudar os outros.
Se você criar o hábito de desacelerar para prestar atenção nos outros, seja saindo ligeiramente do seu caminho para cumprimentar alguém ou ajudar uma mulher idosa no metrô, você demonstra inteligência emocional. Muitas pessoas, uma boa parte do tempo, estão completamente concentradas em si mesmas. E com frequência é porque estamos tão ocupados correndo em um estado de estresse, tentando fazer as coisas, que simplesmente não temos tempo para perceber os outros, quanto menos ajudar.
"[Existe um] espectro que vai da total autoabsorção a perceber e a sentir empatia e compaixão", disse Goleman em uma palestra TED sobre compaixão. "O simples fato é que se estivermos focados em nós mesmos, se estivermos preocupados - o que muitas vezes estamos durante o dia todo -, realmente não perceberemos totalmente o outro." Ser mais atencioso, em contraste com estar absorvido em seu mundinho, planta as sementes da compaixão - um componente crucial da IE.

9. Você é bom em ler as expressões faciais das pessoas.
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Ser capaz de sentir como os outros estão se sentindo é uma parte importante de ter uma boa IE. Faça este teste da Universidade da Califórnia em Berkeley (em inglês) para descobrir sua eficiência em ler as emoções dos outros.

10. Depois de cair você se levanta rapidamente.
Como você lida com os erros e reveses diz muito sobre quem você é. Indivíduos com alta IE sabem que se há uma coisa que todos temos de fazer na vida é seguir em frente. Quando uma pessoa emocionalmente inteligente sofre um fracasso ou revés, ela é capaz de se recuperar rapidamente. Isto acontece em parte por causa da capacidade de experimentar com atenção as emoções negativas sem deixar que elas saiam do controle, o que oferece um grau mais alto de resistência.
"A pessoa resistente não fica presa às emoções negativas, mas deixa que elas fiquem lado a lado com outros sentimentos", disse Barbara Fredrickson, autora de "Positivity" [Positividade], à "Experience Life". "Por isso, ao mesmo tempo que elas estão sentindo 'estou triste por causa disso', também tendem a pensar 'mas estou grata por isto'."

11. Você é um bom juiz de caráter.
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Você sempre consegue ter a sensação de quem uma pessoa é desde o início - e suas intuições raramente se enganam.

12. Você confia em seu instinto.
Uma pessoa com inteligência emocional é alguém que se sente à vontade seguindo sua intuição, diz Goleman. Se você é capaz de confiar em si mesmo e em suas emoções, não há motivo para não escutar aquela voz interior (ou aquela sensação na barriga) que lhe diz que caminho deve seguir.

13. Você sempre foi automotivado.
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Você sempre foi ambicioso e trabalhador quando criança, mesmo quando não era recompensado por isso? Se você é uma pessoa atuante e motivada - e consegue focar sua atenção e sua energia para perseguir seus objetivos -, provavelmente tem um alto nível de IE.

14. Você sabe dizer não.
Autorregulação, um dos cinco componentes da inteligência emocional, significa ser capaz de se disciplinar e evitar hábitos insalubres. As pessoas dotadas de IE geralmente são bem equipadas para tolerar o estresse (um gatilho dos maus hábitos para muitas) e controlar seus impulsos, segundo Goleman.

Marcio A Silva - professor, coach, terapeuta e palestrante - 19-991507366